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People, power-lines and nature: Linking countries without losing heritage

Series number: 
27

There is only one place in all the Americas where a person can walk from the Pacifc Ocean to the Atlantic without crossing a road. It’s the so-called Darien Gap in the extreme east of Panama on the border with Colombia. The remote roadless area is home to forests, wetlands and indigenous reserves. Another thing it doesn’t have is electric power-lines. Since 1998 Panama and Colombia have discussed connecting their electric grids to increase flexibility and lower costs. They have generally proposed passing the wires through the Darien Gap. Conservation Strategy Fund joined the Panama Ministry of the Environment recently to examine alternatives to this route, weighing financial construction costs, potential ecological and cultural damage and national security risks.

Análisis comparativo de distintas rutas para la interconexión eléctrica Colombia - Panamá

Series number: 
41

There is only one place in all the Americas where a person can walk from the Pacific Ocean to the Atlantic without crossing a road. It’s the so-called Darien Gap in the extreme east of Panama on the border with Colombia. The remote roadless area is home to forests, wetlands and indigenous reserves. Another thing it doesn’t have is electric power-lines. Since 1998 Panama and Colombia have discussed connecting their electric grids to increase flexibility and lower costs. They have generally proposed passing the wires through the Darien Gap. Conservation Strategy Fund joined the Panama Ministry of the Environment recently to examine alternatives to this route, weighing financial construction costs, potential ecological and cultural damage and national security risks.

From Prison to Paradise

success stories conservation economics CSF strategy fund

Coastal habitats worldwide produce billions of dollars in fishing and tourism income. In drawing up a management plan for one of its premier island sites, the Coiba National Park, Panama’s government was faced with decisions over how to make the most of the island gem’s economic potential without damaging its fragile ecosystems. In 2007, CSF joined the Smithsonian Institution and Conservation International to solve that dilemma.

Resplendent Roadkill, Almost

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On a clear day from the top of western Panama’s 11,400-foot Volcán Barú, you can see the Pacific Ocean to the south and the azure Caribbean to the north. A little harder to spot is the best route around the dormant volcano, the centerpiece of the 35,000-acre Volcán Barú National Park. In 2003, CSF and The Nature Conservancy (TNC) performed an analysis to find out.

Shaping Shipping: the Panama Canal

conservation economics CSF strategy fund

One of CSF’s central ideas is that we can change the world by grabbing levers connecting to very big things, and pulling at the right time. The Panama Canal qualifies as a very big thing. The hundred-year-old waterway has been the most transformative piece of infrastructure in the Western Hemisphere and, in 2000, was set to transform Panama all over again. That’s when CSF helped a small, local organization pull on one of those levers for change.

REDD Economics Course

CSF partnered with the World Bank, GIZ (the German cooperation agency) and CEPAL (a UN economics agency for Latin America) to offer a course on REDD economics in Panama, focused on opportunity cost analysis. Over 25 participants from Latin American countries attended, representing conservation NGOs and governments. All are involved in on-the-ground REDD programs and projects. Exposure to opportunity cost analysis will allow them to enrich their actions through a better understanding of how economic factors influence land-owners decisions over deforestation actions. This improved understanding will be key for designing better REDD initiatives.

 

Expandindo o Canal de Panamá

Neste projeto, a CSF apoiou o Centro de Assistência Legal Popular (CEALP) nas análises de propostas de hidrelétricas que objetivam providenciar água necessária para expansão do Canal de Panamá.

Estradas no Parque do Vulcão Baru

Em 2003, três investimentos em estradas foram propostos nas proximidades do Parque Nacional do Vulcão Baru, na província de Chiriquí: (1) uma estrada com uma faixa que vai de Cerro Punta a Boquete, via Parque; (2) a tão chamada “rota sul” de Cuesta Piedra a Boquete, via Palmira; e a (3) pavimentação das estradas de acesso até as bases dos guardas nas entradas leste e oeste do Parque. Este estudo fornece uma análise econômica das propostas acima, conduzido pelo CSF e pela TNC. Nós empregramos o “Modelo de Decisão Econômica de Estradas” (RED), desenvolvido pelo Banco Mundial em 1999. A pesquisa foi financiada em conjunto pela TNC e pela Conservação Internacional (CI), A realização dessa pesquisa foi um dos vários fatores que levaram ao cancelamento da proposta estrada que atravessaria o parque. Ao invés desta, a estrada de baixo impacto, “Rota Sul” foi selecionada.

Nossa descoberta foi de que a estrada Cerro Punta-Boquete é economicamente inviável e representaria uma perda para a economia panamenha, mesmo antes de se considerar os custos ambientais. Nosso cenário base prevê 250 veículos por dia, trânsito igual à cerca de 25% do tráfico da estrada pavimentada principal e com duas faixas que ligariam Cerro Punta e Boquete à Rodovia Inter-Americana. Este cenário ocasionaria uma perda de $808 mil para a economia nacional nos primeiros 20 anos de operação. Para que houvesse a benefícios na construção dessa estrada, uma média de 364 veículos ao dia seriam necessários no primeiro ano, mais de 500 ao dia no décimo ano de operação e 657 ao dia em vinte anos. Grandes variações periódicas, diárias e mensais ocorreriam, significando que o tráfego máximo seria relativamente maior que a média.

Estes níveis de tráfego são incompatíveis com o conceito de estradas “ecológicas”, as quais permitem o transporte motorizado em certas zonas sem degradar o ecossistema ou ameaçar suas espécies, e sem prejudicar a contemplação pacífica da natureza. Ao contrário, permitindo-se a construção de uma estrada cortando o Parque Nacional Vulcão Baru, os efeitos teriam sido engarrafamentos regulares e acidentes num dos parques mais visitados do Panamá.

Veja o Relatório

Análise Econômica de Três Investimentos em Estradas que Atravessariam o Oeste do Parque Nacional Vulcão Baru e áreas vizinhas (Panamá).

Represas de Changuinola-Teribe no Panamá

Entre 2005 e 2006, a CSF analisou projetos de quatro hidroelétricas planejadas na Província de Bocas del Toro, no Panamá. Todos os quatro projetos seriam localizados na bacia hidrográfica de Changuinola-Teribe, nos limites da Floresta Protegida de Palo Seco (conhecida pelo acrônimo espanhol de BPPS). Três desses projetos seriam construídos no rio Changuinola e o quarto no rio Bonyic. Ambos rios possuem cabeceiras dentro do Parque Internacional de Amistad (PILA). As represas combinadas, caso instaladas, seriam capazes de gerar 446 megawatts, o equivalente a 30% da capacidade total do Panamá no final de 2004. Nossas análises sugerem que os projetos seriam provavelmente viável econômica e financeiramente.

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